quarta-feira, 14 de maio de 2008

EXPOSIÇÃO PNEP

Durante a semana da Feira do Livro e no âmbito do programa PNEP, esteve exposto na EB2,3 do nosso
Agrupamento, algumas actividades desenvolvidas na nossa sala, sobre a Expressão Escrita.
Aqui fica o nosso poster sobre os frutos, acompanhado por fotos que retratam os nossos
procedimentos, durante a realização desta actividade sobre o ensino da escrita.






Os alunos do 4º ano


segunda-feira, 12 de maio de 2008

A Escrita Expressiva e Lúdica

Trabalho realizado no âmbito do PNEP

CALIGRAMAS
Caligrama é um conjunto de letras com a forma e o nome do objecto.


Iniciámos este trabalho, primeiro a partir de uma palavra, em seguida a partir de frases e até de provérbios.
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quarta-feira, 23 de abril de 2008

O ENSINO DA ESCRITA: A dimensão textual


Construção de um texto em grande grupo, a partir de um mapa semântico.
Trabalho realizado no âmbito do PNEP

Lemos dois textos, um de Eugénio de Andrade e outro de Matilde Rosa Araújo. Confrontámos as opiniões, as dos autores e as nossas, acerca do tema proposto: os frutos.



Organizámos as palavras por associações formando categorias de informação.


Criámos o texto utilizando palavras do mapa semântico. Para a realização deste trabalho formámos grupos de dois elementos e trabalhámos em conjunto.

Por fim, fizémos a revisão dos textos: corrigimos e reformulamos os textos produzidos.
4º ano

terça-feira, 22 de abril de 2008

PINÓQUIO

Logo no início do presente ano lectivo trabalhámos a história do Pinóquio,visto que é um dos livros que consta na lista do PNL e que considerámos interessante. Começámos pela análise da capa do livro e das suas ilustrações. Em seguida debruçámo-nos sobre a análise do texto. Faltava mesmo a conclusão do trabalho. Porque não fazemos uma marioneta para expôr na semana em que decorrerá a Feira do Livro? Da ideia lançada à obra concluída não demorou assim tanto e ficou como se pode ver nas fotografias que se seguem...

Trabalho realizado pelos alunos do 1º, 2º e 4º anos.

quinta-feira, 17 de abril de 2008


O MILAGRE DA LAGARTA

A história que aqui se conta é a peça de teatro que trabalhámos para apresentar na EB2 e 3 de Prado, no dia 21 de Abril, integrada nas actividades desenvolvidas na semana em que decorre a Feira do Livro.

Era uma vez uma família de passarinhos que vivia num ninho em cima dum ramo de árvore.
Certa manhã, os filhotes passarinhos não se calavam porque estavam cheios de fome.
A mãe passarinho foi acordar o pai para ele ir buscar comida para os filhos, mas ele não se queria levantar porque estava cansado. Depois de muita insistência, o pai passarinho
foi buscar comida aos campos e levou –a ao ninho para os seus filhos comerem.
A certa altura, o pai passarinho parou para descansar e encontrou uma lagarta que lhe pediu para não a comer porque iria realizar-se nela um milagre. Ele perguntou-lhe o que era um milagre. A lagarta respondeu que um milagre era uma coisa maravilhosa.
Passado um tempo apareceram a abelha e a formiga. O pai passarinho disse-lhe o que tinha acontecido. A formiga aconselhou o pai passarinho a comê-la, mas a abelha disse-lhes para esperarem para ver se acontecia algum milagre.
O pai passarinho assim fez. A abelha foi procurar as suas amigas, a formiga foi para o formigueiro e o pássaro foi prender a lagarta no seu ninho.
No dia seguinte o pai passarinho foi ver a lagarta, mas no lugar dela estava uma bola cinzenta e feia. Ele chamou a formiga e a abelha e mostrou-lhes que a lagarta se tinha transformado numa bola cinzenta. A abelha pensava que isso era o princípio do milagre e a formiga estava a resmungar porque tinha dito ao pássaro para comer a lagarta.
A abelha foi para a sua casa e o pássaro foi para o ninho. A formiga pegou na bola e levou-a para o formigueiro às escondidas de todos.
Quando o pai passarinho foi ver a bola ela não estava lá. Então perguntou á mãe passarinho se ela sabia onde estava a bola, mas também não sabia e por isso perguntou à abelha. A abelha disse-lhe que tinha sido a formiga levá-la para o formigueiro. O pai passarinho foi ter com a formiga e apareceu a rã aos saltos. O pai passarinho disse-lhe para lhe dar a bola, se não, a rã comia o formigueiro todo.
Então a formiga deu-lha e, de repente, a bola começou a transformar-se numa linda borboleta cor-de-rosa. Então, a abelha convidou-a para conhecer a região.
A borboleta aceitou, mas antes agradeceu a todo por terem esperado pelo milagre.

Telma Rodrigues Silva – 4º ano


Estes são alguns dos momentos da representação da nossa peça na Biblioteca da EB2 e 3 de Prado.




segunda-feira, 14 de abril de 2008

UM OLHAR SOBRE A LIBERDADE

Trabalho realizado no âmbito do PNEP


Falando de liberdade
É um bem a preservar.
Termos opinião própria
E dela poder falar.

Para expor nossas ideias
Todos temos liberdade
Só devemos respeitar
Dos outros, a sua verdade.

Existem muitos animais,
Sofrem com a prisão:
O cão, o gato e a rola
Detestam a solidão.

Sem liberdade,
Seja ela qual for,
A solidão é pesada
Se vivemos sem amor.

Sem a nossa liberdade
Não seríamos assim
Alegres e carinhosos
Com sorrisos sem fim.

Trabalho realizado pelas alunas do 4º ano

segunda-feira, 10 de março de 2008

OVOS DE PÁSCOA

Mesmo que não sejam de chocolate, os ovos de Páscoa são sempre uma tradição. Os nossos foram feitos com balões cobertos com cola e papel de jornal. Depois de secarem muito bem foram pintados e enfeitados com recortes. Para que pudessem manter-se de pé, cortámos o fundo a garrafas de plástico onde fizémos um pequeno corte. Por esse corte passámos uma fita colorida de modo a prender a base ao ovo. Depois foi só colocá-los dentro de sacos e fazer uns laçarotes.


COMPREENSÃO DE TEXTOS DE TEATRO

Iniciámos este trabalho com a escolha da peça de teatro. Optámos por uma pequena peça intitulada "As bolas de sabão", retirada de uma colectânea da Casa do Professor. As personagens são: seis bolas de sabão, um menino que gostava de viajar pelo reino da fantasia, o Sol e a Lua.
Foi lido o texto e desenvolvida a sua compreensão. Em seguida, cada aluno escolheu a sua personagem e preparámos a leitura.
Na aula seguinte foi feita a apresentação da peça.


O menino, que estava deliciado a fazer bolas de sabão, quis viajar com elas até
ao Sol.

Depois, sempre levado pelas bolas de sabão, quis conhecer a Lua.


Nas conversas que manteve com o Sol e com a Lua não pediu nada para ele. Lembrou-se apenas dos mais desfavorecidos.


Por fim, cada um desenhou o momento da peça de que mais gostou. Com os trabalhos realizados fizemos os dois cartazes que aqui se podem ver.






Trabalho desenvolvido pela turma do 4º ano e por um aluno do 2º ano (Leonardo Macedo)

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

O QUE É A "VIMÁGUA"?

Embora S. Pedro não tenha estado do nosso lado, fomos fazer uma visita à Estação de Tratamento de Águas - Vimágua - existente nas Caldas das Taipas.


A captação da água faz-se no rio Ave, sendo utilizados uns tubos muito largos que retiram a água de uns poços.



A água retirada passa por filtros que estão mergulhados no rio. Esses filtros realizam a sua função utilizando seixos e areia mais fina. Assim, a água liberta-se de pequenos bichinhos e de outro tipo de impurezas.


Depois, é cunduzida através de tubagens que se encontram por baixo de um passadiço até ao reservatório. Antes de lá entrar ainda recebe tratamento: uma injecção de cloro e de leite de cal.



A água está agora em condições de passar para o reservatório.


Antes de ser distribuída para a rede de abastecimento público é analisada no laboratório.


Esta empresa está em constante actividade e as pessoas que lá desempenham as suas funções trabalham por turnos.
A Vimágua abastece de água os concelhos de Guimarães e de Vizela.
A nossa visita chegou ao fim. Aqui fica registado um bocadinho daquilo que vimos.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

O Ensino da Compreensão de Textos Informativos

Nos dias que antecederam o trabalho, os alunos recolheram a informação possível acerca do tema a desenvolver ( os golfinhos). Os dados recolhidos foram debatidos colectivamente. Fez-se a leitura de um texto sobre golfinhos e foram discutidos os novos conhecimentos. Depois de responderem a um questionário, os alunos preencheram uma ficha onde puderam registar o que já sabiam sobre o assunto, o que aprenderam, o que gostariam ainda de saber e onde podem procurar mais informação.






Por fim, cada aluno escreveu um pequeno texto sobre o tema trabalhado.

Os alunos do 4º ano
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O Ensino da Compreensão de Textos Informativos


A vida dos golfinhos

Os golfinhos, tal como os seus primos, as orcas e os cachalotes, são cetáceos.
Têm quatro barbatanas que lhes permite nadar depressa e dar saltos a cincos metros de altura fora de água. Vivem em grupos junto á superfície, onde caçam peixes e lulas.
Os golfinhos são muito inteligentes. Têm uma pele lisa e escorregadia.
Alimentam-se de lulas, camarões e peixes. Os golfinhos têm duzentos dentes, cem em baixo e cem em cima.
Mergulham até trezentos metros de profundidade e respiram de cinco em cinco minutos. Os golfinhos comunicam através dos sons. Eles podem produzir setecentos sons por segundo.
Andam sempre em grupo para se protegerem, para brincarem e para se alimentarem. Os golfinhos utilizam a bossa sobre a testa para dirigirem os sons. Respiram por um buraco que têm no cimo da cabeça, por isso, quando respiram, põem a cabeça fora da água.
Vivem no mar e quando vêem barcos, como gostam de brincar, saltam sobre as ondas.
Também há golfinhos em Portugal, no estuário do rio Sado.

Telma 4º ano





Os golfinhos fazem parte da família dos Cetáceos. Há alguns Cetáceos com um aspecto semelhante ao golfinho mas que possuem características diferentes, como por exemplo o Narval, o Boto, o Cachalote e o golfinho do Amazonas.
A vida deles é passada no mar ou em rios sem poluição. A cauda funciona como uma mola porque é tão forte que até ajuda o golfinho a erguer-se a 5 metros de altura da superfície da água.
A vida do golfinho, no mar ou em rios, é passada sempre em grupo:
1º - Sente-se mais protegido;
2º - Brinca com os outros companheiros;
3º - Caça com mais facilidade.
Os golfinhos dão saltos para fora de água para fugirem aos inimigos ou então para reunirem os cardumes de peixes “chapinhando” e batendo ruidosamente na água.
Mais uma coisa: sabem que os golfinhos têm 200 dentes e um grupo pode ter 1000 elementos?
Ainda há mais uma coisinha. Os golfinhos só podem ter uma cria e a cria desenvolve-se dentro da barriga da “progenitora”, ou seja, da mãe.
Os golfinhos são simpáticos mas também podem ser perigosos.
O golfinho comunica entre si através da eco-localizaçao, que é uma onda sonora, tem um nariz de garrafa e respira por um orifício no cimo da cabeça.


Lucélia 4º ano

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

História do Carnaval

O Carnaval é uma festa muito antiga que teve início na Grécia, antes de Cristo.
Nessa altura fazia-se a festa em agradecimento aos deuses pela fertilidade das terras.
Hoje em dia o Carnaval é tempo de fantasia, festa, divertimento e exagero. As pessoas vestem roupas diferentes das que costumam usar, usam-se máscaras e pinturas, desfila-se nas ruas a pé e em carros alegóricos e dança-se ao som da música.
De todos os Carnavais, os mais conhecidos são o do Brasil, o da Madeira e o de Veneza.
O Carnaval do Brasil é o mais espectacular porque demora quase um ano a ser organizado e tudo é pensado ao pormenor: prepara-se os vestidos e os fatos mais incríveis, as danças nas escolas de samba, prepara-se o desfile e enfeitam-se os carros alegóricos para que sejam os melhores e os mais fantásticos.
Nesta altura, o Brasil pára por completo e recebe milhares de visitantes.
Na Madeira é diferente porque a festa é mais pequena, mas o entusiasmo dos participantes é o mesmo.
Em Veneza o Carnaval é festejado em salões e noutros espaços fechados. O ambiente é mais calmo, não há tanta folia mas há muito requinte e bom gosto.
A terça-feira de Carnaval antecede o início da Quaresma. Na chamada Terça-feira Gorda é de tradição comer-se Cozido à Portuguesa.

Trabalho colectivo do 4º ano

História do Carnaval


quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

A formação das palavras...


Ao lermos os diferentes tipos de texto, tentamos adivinhar o significado das palavras a partir de algumas pistas que a nossa professora nos ensinou...

Observamos a estrutura da palavra, procurando retirar alguma unidade com significado, através do radical, descobrindo os sufixos ou prefixos ou até pelos elementos gregos ou latinos usados na formação de algumas das palavras portuguesas.




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Também estivemos a formar verbos com os prefixos des- e re-



E ainda acrescentámos o sufixo -eiro em alguns nomes comuns formando novas palavras.


Os alunos do 4º ano